nicest thing.

flores, amores e blablablá

Flores

Antes de mais nada, preciso alertar: qualquer senelhança com os fatos reais é mera coincidência. Só escrevo porque Setembro começou e logo nascem as flores. Amores.
Quero que seja doce. Pode até ser de mentira, mas que seja doce. Porque hoje você me sorriu o sorriso mais bonito que já vi nos últimks dias. Logo em seguida mandou um beijo e todo mundo já estava nos casando. Amo as pessoas nos amarem. E a gente no meio disso como se fôssemos fantoches.
Sabe, isso que tô dizendo é só invenção e desculpa para escrever um texto novo. 13:13 e eu queria que você visse e soubesse que eu penso em você. Na verdade, tenho pactos de escrever textos 13:13. Brincadeirinha.
Mas saiba que é mentira. Você precisa saber. Eu escrevo sobre você porque todo mundo quer que eu escreva sobre você e às vezes, eu quero fazer o que o mundo pede só pra me sentir mais a vontade.
Falando em pedir, queria que me pedisse, um dia desses, meu melhor beijo. Te beijo. Te beijo de olhos fechados, com minhas mãos na sua nuca. Te cubro de desejos, enquanto você me descobre. Descobre de todos os jeitos. Físicos e de alma.
Estava pensando, sabe, como é brincadeira mesmo isso tudo, a gente podia continuar por mais um tempinho e só parar de brincar quando conseguirmos um parceiro melhor. Digo, nós dois. Podíamos fazer uma promessa. Perder um tempo juntos, sem perder a vida inteira.
Como já disse que esse texto é todo mentiroso, vou contar logo todas as mentiras: senti saudades esse tempo. Sei lá. Também não queria te ver com outra. E quando te via só queria estar com você. Pra nada, sabe, só pra ficarmos de mãos dadas imersos em nossos próprios pensamentos. Não sei porque fico inventada tudo isso, mas até borboletas apaceram quando te vi. Saí andando na rua um dia desses com um sorriso bobo no rosto e quase tropecei. Aí o homem (imaginário, claro, porque eu tô inventando) me olhou sorrindo como se estivesse com inveja de minha felicidade. E foi tão sem motivo e bonito.
A gente podia ir levando, deixando… Até eu cansar dessa sua carinha de neném me implorando coisas, com todo seu charme possível. Exatamente na hora em que o jogo fica todo ganho pra você. E eu até tento virar, mas acho que já perdi a muito tempo.
Não gosto de perder. Qualquer hora eu peço pra sair. Agora, despausa isso aí e vamos voltar de verdade… A noite mal começou. Vamos sair do 3 x 3 e ver o que dá. Por nada, é só brincadeira. Aliás, que tal um beijo? Apostado.

Proibido proibir

As pessoas sofrem, e choram, também. Eu até admito que foi aliviante saber disso. Porque ontem espremi o travesseiro com tanta força, que se fosse bicho, tinha morrido nas minhas mãos. Não sei porque persisto em meus erros, sabendo que estou errada, e que um dia vou ter que mudar. Às vezes, acho que é pura pirraça e orgulho. Eu sei que sou assim e assado, sei que que é feio achar isso de fulano, mas porque as pessoas não aceitam e me deixam mudar naturalmente com a vida? Tá, eu sei também que quem não aprende com amor, aprende com dor. Mas se eu quiser sofrer? Deixa eu ficar aqui pouquinho, que quando eu tiver caindo no abismo, venham me salvar. Uma noite, uma hora, um segundo. Outra coisa: alguém explica porque insistir nessas regras cotidianas ditadas por humanos, se a “felicidade se encontra em horinhas de descuido”. Quero viver em horinhas de descuido pra sempre. É permitido?

O mundo não é bão, Sebastião.

Eis que agora entendo que as coisas simplesmente não passam com o que as crianças aconselham. Alminha tão pura, adocicada de inocência e felicidade. Brigas? Passam com um “ah, seu bicicleta!”. Choro, basta um pirulito… dos simples e de feirinha. Dinheiro? “Pega do banco, papai”. Pessoas tristes, deviam se curar com um “mas eu gosto de você”. Pena que elas crescem, e tudo de mais bonito que tinham não acompanha o crescimento acelerado… e como passa rápido! Marina, minha pequena ainda, você cabe na minha mão, e não queira crescer, nem ter namorado. Preserve o máximo que conseguir as suas eternas verdades de criança. Marina, Luísa e Júlia… minhas meninas, que eu peguei no colo, e vi crescer. Dói crescer. É preciso, eu sei… mas é que eu queria tanto aquela “Nandinha” chorona e tímida de antes, que morava numa casinha perto dos avôs, meia caindo aos pedaçõs, onde na rua, todos se conheciam. Como queria…! Empinar pipa, pocar balões, brincar de amarelinha, amar… De todos, o que eu mais queria era amar, amar com o coração puro e indistinguivel de uma criança inocente e adorada pela família. É tão difícil ouvir as verdades da vida, quando não precisa ser necessariamente assim, mas é assim e o mínimo que você pode fazer é mudar em si a mudança que quer ver no mundo. Mesmo que no pé da letra não faça muito sentido “fazer sua parte” quando sua parte não muda 0,0001% da mudança que quer ver. Queria mesmo era a fé e confiança infantil…

Ciúme, saudade, raiva, dor, preguiça, bode e por aí vai.

– Qual o melhor sentimendo do mundo?

– Amor.

– E o pior?

– Amor.

– Mas você me ama?

– Com toda tristeza do mundo, toda ternura do meu coração, toda tortura da alma… sim.

– Não gosta de me amar?

– Não é isso…

– É o quê?

– Esse negócio de amor, vem com um tanto de consequências… e no meu caso, nem sempre são muito boas.

– Por que?

– Porque não é recíproco. Ou pelo menos, “dizem que um dos dois sempre ama mais… quem dera não fosse eu.”

– Não acredita que a amo?

– Você é homem.

– Homem não ama?

– Homem é igual todo homem.

– Mas você gosta de mim mesmo sendo igual a todos os outros…

– Sim.

– Por que?

– Não faça pergunta difícil!

– Eu entendi…

– Você sempre entende. ♥

– O amor é o pior sentimento do mundo.

– Ainda bem que você sabe.

Sinceridade.

Eu sou orgulhosa e teimosa. Duas qualidade feias e chatinhas. E não é desse sentimento de “eu tenho que parar de bater na minha irmã”. É muito mais complicado, pra mim. Faço errado e não peço desculpas. Me arrependo horrores, e fico com tudo pra mim. Me perdoou, isso que é bom. Com o tempo, o outro esquece, também. Sempre foi assim, comigo. E tudo mundo diz “não faça isso” e eu faço. E o pior quando junta orgulho e teimosia… “Peça desculpas, você vai se sentir melhor”. “NÃO! Pra quê?”. Aí já viu. E pra falar a verdade, às vezes minto…

Dois mil e nove tem signifcado um ano de muita mudança pra mim. Psicologicamente. E não é mudança de “parar de bater na irmã”, é mudança de crescer mesmo! Amadurecer. Doer. É como minha perna… Eu cresci, e tô feliz com isso. Mas junto com o crescimento, surgiram inúmeras estrias. E agora, tenho que cuidar delas, pra não deixá-las crescer. Tem que ter organização também, pra passar o creme sempre antes de dormir. E cuidaar do resto do corpo, pra que não nasça outras.

Adoro crescer! Mas o crescimento vem com uma responsabilidade enorme. E a gente tem que aprender a cuidar delas. Eu tô aprendendo…

Oi.

Queria um blog bonitinho aqui. Pra conhecer. Tô aprendendo a mexer, ainda. Vou ver se esse divulgo ou não. Mas adoro blogs só meu… no meu único infinito particular. Queria ser um livro aberto, mas todo mundo tem certas coisas que só o mais profundo de sua alma sabe. E você tem medo até de escrever no lugar mais seguro que seja. De qualquer forma, vou ver se deixo vocês me conhecerem um pouquinho. Um pouquinho da chata que sonha com um namorado…

Beijocas!